Todos conhecem a história do humilde pastor de ovelhas chamado Davi, que derrotou Golias e foi ungido rei sobre Israel; mas poucos sabem que aqui mesmo, em Manaus, um menino de dez anos também já derrotou muitos gigantes. Este jovem prodígio é o lutador de jiu-jitsu e judô Emanuel Castro, 10. Nascido num lar cristão, ele coleciona 51 medalhas. “Apesar de lutar com garotos maiores eu fui campeão paraense”, disse.
Quem olha para Emanuel nem imagina a força e determinação que se esconde por trás do rostinho tímido e do sorriso maroto. Jiu-jiuteiro desde os seis anos e judoca há dois, a fama dele nos tatames é tanta, que os concorrentes da mesma idade se recusam a enfrentá-lo nas competições e, consequentemente, o amazonense encara meninos até quatro anos mais velhos e bem mais pesados. “No Pará, lutei com um garoto de 13 anos, que tinha 48 quilos”, afirmou o estudante. “Eu tenho apenas 38 quilos”, ressaltou.
Quem olha para Emanuel nem imagina a força e determinação que se esconde por trás do rostinho tímido e do sorriso maroto. Jiu-jiuteiro desde os seis anos e judoca há dois, a fama dele nos tatames é tanta, que os concorrentes da mesma idade se recusam a enfrentá-lo nas competições e, consequentemente, o amazonense encara meninos até quatro anos mais velhos e bem mais pesados. “No Pará, lutei com um garoto de 13 anos, que tinha 48 quilos”, afirmou o estudante. “Eu tenho apenas 38 quilos”, ressaltou.
Tricampeão estadual de jiu-jitsu e tetra na Copa do Brasil da modalidade, o atleta é membro do Ministério Internacional da Restauração (MIR) e dedica todas as vitórias dele a Jesus. “Toda a glória deve ser dada ao Senhor”, enfatizou o pequeno. “O segredo não é apenas os treinos puxados, mas muita oração também”, completou o pai do menino, Edson Rauston. A decisão de colocar o filho nas aulas foi para quebrar a barreira da timidez e ajudá-lo a se relacionar melhor com as pessoas. “Ele mal falava e agora está mais confiante”, declarou.
A fama do “Davi amazonense” já rendeu, inclusive, convites para lutar nos Estados Unidos, no Japão e na França. No Campeonato Brasileiro de 2005, um empresário norte-americano combinou de levar Emanuel para uma temporada no país para um intercâmbio esportivo. “Eu só não fui porque não consegui o visto”, lamentou. Apesar do imprevisto, o jiu-jiuteiro se prepara para viajar a Paris até o próximo semestre. “Um professor francês quer me levar, até junho, para incentivar as crianças de lá a praticarem o esporte”, disse animado.
O pequeno “Deus Conosco” planeja, além da viagem ao exterior, entrar na seleção brasileira da arte marcial japonesa e, quando for mais velho, fazer medicina. “Sou conhecido no jiu-jitsu e quero fazer minha carreira no judô”, declarou o também bicampeão da modalidade onde ainda é “novato”.
A fama do “Davi amazonense” já rendeu, inclusive, convites para lutar nos Estados Unidos, no Japão e na França. No Campeonato Brasileiro de 2005, um empresário norte-americano combinou de levar Emanuel para uma temporada no país para um intercâmbio esportivo. “Eu só não fui porque não consegui o visto”, lamentou. Apesar do imprevisto, o jiu-jiuteiro se prepara para viajar a Paris até o próximo semestre. “Um professor francês quer me levar, até junho, para incentivar as crianças de lá a praticarem o esporte”, disse animado.
O pequeno “Deus Conosco” planeja, além da viagem ao exterior, entrar na seleção brasileira da arte marcial japonesa e, quando for mais velho, fazer medicina. “Sou conhecido no jiu-jitsu e quero fazer minha carreira no judô”, declarou o também bicampeão da modalidade onde ainda é “novato”.

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